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crônica narrativa

BAR

Bar, luzes fluorescentes iluminando o salão, mesas vazias, balcão com dois clientes; estão bêbados. Um grito da porta, “tem Antarctica?”, emerge a resposta num grave sotaque nordestino, “só Brahma, Itaipava e Skol!”, a mulher para e reflete por alguns segundos e decide pela Brahma. É uma mulher magra, aspecto encardido, pernas finas de passarinho magro […]