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prosa poética

Sonho negro

Dormi.

Sonhei algo sobre mim.
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Um sonho destes normais.
Porém… teve um algo mais.
Era um sonho dentro do sonho.
Do tipo ‘Inception’, aquele filme.
Mas era real. Havia conexão.

Qual dos dois?

Real! Sonho dentro de sonho.
Tão negro de tão real. Ora pois!
Podia ser sonho negro? Ah não!

Isso nem existe! É inverossímel.
Sonho real tem que ser em claro.
Claro como dia. Sonho acordado.

De noite é normal sonhar.
Sonhar quando dormindo.
Destes que são meio loucos.

Sem começo nem fim.

Sonho dentro de sonho: ficção.
Sonho negro, escuro, obscuro.
Sonho sem cor, imaginário.

Sonhar o mesmo sonho…
Sei não, acontece, às vezes.
Quero sonhar tudo de novo.
Não para cair em desacordo.

Dessa vez mais alto.
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Acordei.

Por José Neto

Sou um aficcionado por poesia, mas me permito transitar por diversos estilos literários.

Desde minha adolescência mergulhei na leitura e tomei gosto pela literatura, fazendo dela o modo particular de ver as coisas pelo ângulo da escrita literária. Publicava textos desde os tempos do jornalzinho da escola, expressava ideias de inovação nos ambientes de trabalho, avançando até o período acadêmico, enfim, sempre me envolvendo com o hábito de expor meus pensamentos e expressando meus pontos de vista, independente de qual a finalidade proposta.

Sou editor do blog literário Fração de Tempo (https://www.fracao-de-tempo.com) e atualmente estou editando um livro de poesia e um livro de crônicas, os quais promoverei o lançamento em breve.

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